Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

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VAI AI UMA MUSIQUINHA

Vai boiadeiro,
Que a noite vem,
Ajunta o teu gado,
e vai pra perto de teu bem.

Eu chego em casa, eu me sento no terreiro,
logo vem a filharada me abracar,
sao 10 filhilhos, muito pouco quase nada,
mas, nao tem outros mais bonitos no lugar.

SAUDADES

Saudades que vao e que bem
Pelas estradas da vida
Levando lembrancas queridas
Aos coracoes sofredores
Que estao perto e tao distantes
Ou distantes tao perto
E voce saudade sofrida
O elo dos grandes amores.

Misteriosa, indefinida
Que nada vale e vale tudo
Para muitos tu es a morte
Para outros tu és a vida
Vai quebrando, emendando,
vai crescendo, definhando
vem, vai, ficam saudades
no regresso, na partida.

Saudades do que se foi
Saudades do que virá
Bobagem, para que saudades
Do que se foi para nao voltar !?

Fim

SAUDADES

Saudade è a lembranca de quem já se foi
È o desejo profundo de quem partiu
È a falta cruciante de um ente querido
È o afastamento da pessoa amada
È o querer martirizante e cego
È a lacuna deixada em nossa mente
È algo que se sente e nao se explica
È o suspiro dos que se amam
È o pungir de um dor atroz
È o lamento de uma perda aguda
È algo profundo de insatisfacao
È o pulsar monotomo de um coracao ferido
È o eleo que prende os coracoes leais
È o semblante triste de uma crianca orfa
È o olhar do anciao ao rever o passado
È a companheira inseparável dos que sofrem
È o grito de uma dor constante
È o martirio de uma alma atribulada
È o fruto amargo de uma separacao.

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O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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