Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

Saudade è a lembranca de quem já se foi
È o desejo profundo de quem partiu
È a falta cruciante de um ente querido
È o afastamento da pessoa amada
È o querer martirizante e cego
È a lacuna deixada em nossa mente
È algo que se sente e nao se explica
È o suspiro dos que se amam
È o pungir de um dor atroz
È o lamento de uma perda aguda
È algo profundo de insatisfacao
È o pulsar monotomo de um coracao ferido
È o eleo que prende os coracoes leais
È o semblante triste de uma crianca orfa
È o olhar do anciao ao rever o passado
È a companheira inseparável dos que sofrem
È o grito de uma dor constante
È o martirio de uma alma atribulada
È o fruto amargo de uma separacao.

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Respostas a este tópico

jViva a saudade you sir

Are you?
Povo meu no eterno eu
Aristófanes ou Hermógenes hermes?
Efésios endemoninhado
Euzébio esqueirado
Domingos suculentos
Festa em lamento
Lá vai trovoada
Revaquejada
Papavento

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Olá Ineisinha, que bom ver na sua página fotos lá de casa... matei a saudade ver os rostos da meninada .por acaso vc tem foto do papai, coloca ai também . por favor... valeu
visite este blog que fiz, caso vc queira acompanhar seria otimo.
beijos, #
tano

http://cipotaneativa.blogspot.com/

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Realmente é o sal da idade
que se esvai
no desmorecer da tarde
familia trindade
profunda quimera
que se esvai no ar da balada
saudadesssssssssss!!!!!!!!1

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Quero escrever aqui minha recordaciones poética da cidade de Cipotânea,
o Säo Caetano do Xopotó, meu paraíso de cipós amarelos,
minha cidade querida levo te calada nas montanhas das Minas
espirituosa de pessoas meigas e devota seja das Contendas ou das Grotas,

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O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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