Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

Morro do Corgo marmelada da Gameleira

Fala feio ou fala bonito, com nós tocando gado ou pastoreando cabrito...

Fala de qualquer modo, aqui nóis fala assim porque separado ou sem porques juntos.... afinal a gramática está aí. quero aproveitar aqui para deixar o meu cumprimento a Säozinha, aquela guerreira dos ares de sereia, a virgem do Pereira. meus abracos... também ao Mané do Zotti, a dona Geraldina, A Dona Fia do Cassimiro de Abreus, a Dona Dioniosia do Donato, a Cumadi Nega, o padim Leoné, a turma do vai e vem, o pessoaí todo de lá, aqui, acolá...
falô!
Morô!

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O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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