Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

TABULEIRO DA VIDA

Calma,
existe muita coisa pela frente.
Lute, não desanimes, encare os muros do ser.
Agarre com unhas in dentes aquilo que queres,
o que não queres, quer.
Querendo mais,
porque querendo, deixa de ser ,
sendo, deixa de querer.
Não entendeu nada do que foi dito,
não é?
Essa é intenção,
não entendendo muitas coisas da vida
é que eu, tu, nós continuamos neste emaranhado de fios.
Massas embebidas no surussurrar da vida,
tábuas quebradas sucupiras,
quebrantes armados com guirlandas do norte.

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Respostas a este tópico

não penses, sofre demais.
Se pensas, vivas de viver pensando, morre.
Agora estou sofrendo, pensando, morro vivendo.

ESTRADAS PERCORRIDAS – MEDUSA LEÃO

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TRISTE ALEGRIA


Pergunto: Será que é bom chorar?
Se choro é porque estou triste,
não tenho controle do meu choramingar.
Pessoas olham,
pensam milhares de coisas sobre,
continuo a chorar.
Choro pelas pessoas sem elas saberem,
choro quando fico alegre com alguma coisa,
alegria triste que devora os últimos instantes.
Choro até mesmo da própria vida,
não penses que estou com depressão,
vivo deprimida com tudo ao meu redor.
Você também é assim?
Pense um pouco...

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As paneas pintadas de jabuticabas e as tabuas movedicas formam imagens como folhas de laranjeiras no quintal da brejaúba de Manitus
Nós sedemos nus em pensamento num mesmo circulo que somos sementes na terra da pieteira
Taranto Otu, amore tanto Azul,
Onde cajus rojados de palhas de milho num enfeiticamento que a mim loriao na cancion del beija flor bica saudade que fica e feicha sete chaves o segredo desden sioio desenhado que na taca mora o eterno sabor da vida, A Água aquarela de belocidade…???..
http://poetadabrejauba.blogspot.com/

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Com embalagem branca na tela vazia.
Diagrama de pentáculos pendurado na varanda com bambús amarelos,
três cordas fiam distante entre o Ver e o Pegar…
Ser passante nesta corrente do chegar.
Passagens claras em absurda miragem do estacionar:
Diamantes esfinge a quebrante luz na pedra.
Dolor instante embuca na queda.
Flor de quebrante de Dionisio inocente
Parecendo mal me quer ser g-ente
Pinturas arbóricas do ente, seda
Artigos proprocionais com a chapa, efervescente.
Que grito é este Vincent?
Auroras de pubeolos em cascas secas de miolos,
antiquadas aparecidas como fumaca de tijolos,
veredas setadas no coracion da seta descende
embulicando a vida sentimental do poeta carente.
Tinocadas de arbítrios bélicos no céu fee-dentes.
Caretas transtornadas em anjos solos.
Os Vi-ventos eitos que sentam
Parapeitos.

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O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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