Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

VERDES REGOS

Na orgia de tuas dores,
levantei e pensei em Ter ajudar.
Corjas mal-feitosas recentes,
vislumbra o íntimo d’alma
que almeja os macabros sonhadores,
alertos e perspicaz. Vítimas congratuladas no avarejo,
atacando a caverna do absurdo, mosaico luzente,
fulge as margens do rio que nadas,
touceiras ouriças do campo,
rosetas carapachas mechas,
rosna no abismo do poço,
apossando de êxtase no coração,
curte os raios fulgurantes do entardecer,
sombras calibrosas das árvores soníferas do pomar.
Brisa que passa devagar sem tocar em ti,
perfume que espalha no abrolho dos ancestrais,
mira a verde folhagem das alvencaras,
senta na pedra polida do rego
bebe da água que corre em direção ao mar...

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O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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