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medusa leao

poesias da grande poetisa medusa leao, a persa forma de margarida com flores de rosas e jasmim. a poeta es admiravel.

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Dionísio Donanto com sarcasmo social hablando com Medusa Leäo de cipotanea

Sacrasmos sociais

Näo existe peso social maior que o peso social

O diabolico furioso na corda que roda

Xô pensamento socrástico, pensamento racionalistico.
Pensamento fenomenal.

Lingua, orelha, pés giram
A cabeca tonta
A cabeca porra
A cabeca loca
A cabeca atenta
A cabeca ativa
A cabeca elucidativa
A cabeca Wahnsinn
A cabeca do sentido sem sentido
A cabeca sem sentido sentida
A cabeca consciente do ser inconsciente

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Caetano Trindade

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Iniciado por Caetano Trindade. Última resposta de lenitrindade 20. Nov, 2008.

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Morro do Corgo marmelada da Gameleira Comentário de Morro do Corgo marmelada da Gameleira em 4 novembro 2009 às 10:02
Depois da catarse vem o claror da superficie.
Depois da cerveja vem o calor do vinho.
Depois do antes vem ser somente o depois do acontecimento
No trabalho vem ser somente um Anti depôs do divertimento.

Morro do Corgo marmelada da Gameleira Comentário de Morro do Corgo marmelada da Gameleira em 4 novembro 2009 às 9:44
"Se você tem uma maçã e eu tenho uma maçã e nós trocamos essas maçãs, então eu e você ainda teremos uma maçã cada. Mas se você tiver uma idéia e eu tiver uma idéia e nós trocamos idéias, então cada um de nós terá duas idéias."
George Bernard Shaw (1856-1950)

A aprendizagem em rede possui atributos diferenciados em relação à aprendizagem formal e mesmo ao e-learning posto que se baseia na conjugação entre atividades de aprendizagem ágeis com conexões de continuidade através de ferramentas de compartilhamento de informação.

A agilidade da aprendizagem em rede é fundamental para alinhar ações instrucionais à velocidade e mobilidade das redes sociais e comunidades articuladas buscando maior adesão dos usuários e difusão do conhecimento que tem como premissa a construção compartilhada do conhecimento.

perpetuo Comentário de perpetuo em 28 abril 2009 às 3:59
CRISÂNTEMO DO DESEJO

Quero estar com você
No mais avulto dos cais
Quero ter você como alua tem as estrelas
Quero distância como o sol e a lua
Quando encontrar
Uma sombra cobrirá o amor por detrás do manto
Renova a esperança.
Vai e volta com a demora um ais no infinito
Um eclipse lunar acontece
Floresce a primavera
Flores e frutos do outono
No calor do verão quero ser o suor do seu rosto
E no inverno o agasalho que te esquenta
O calor que te afoga.
Melhor seria se você viesse
Me amasse como ninguém
Como a única mulher de sua vida, mas...
Ilusão, ilusão minha se esvai
Desacredita na crença do amor
Corro!!!
Morro!!!
Soou!!!
Voou!!!
Medusa leäo
MARCO ANTONIO SILVA NASCIMENTO Comentário de MARCO ANTONIO SILVA NASCIMENTO em 6 janeiro 2009 às 22:19
SONHEI QUE ESTAVA SONHANDO.

Se pudesse,
iria, entrar num sonho
entrar pela porta da frente
colorir meus pensamentos
embalando os sentimentos
na plenitude soberana
de ser um eterno amante,
viveria de amor,
amei,
Num mundo imaginario
onde o sol amava a lua,
os astros, as estrelas,
o ceu namorava a mata, e,
o rio, apaixonado pela sereia,
chorava por entre as rochas,
onde o sol aquece com seus raios,
o beijo que guardo pra ti.
Se eu pudesse,
desse sonho, não iria mais sair!
MARCO ANTONIO SILVA NASCIMENTO Comentário de MARCO ANTONIO SILVA NASCIMENTO em 4 janeiro 2009 às 1:57
UNIVERSO EM SEU CORPO

Eu desisto, não existe essa manhã que eu perseguia,
um lugar que me dê tregua ou me sorria
uma gente que não viva so pra si,
so encontro gente amarga mergulhada no passado
procurando repartir seu mundo errado,
nessa sem amor que eu aprendi
Por uns velhos bons motivos,
somos cegos e cativos,
no deserto do universo sem amor
e por isso que eu preciso,
de VC, como eu preciso,
não me deixe um so minuto sem amor
Vem comigo,
meu pedaço de universo
e no teu corpo
eu te abraço, corpo imerso no teu corpo....
joao penenem Comentário de joao penenem em 3 janeiro 2009 às 0:22
sinto a briza em teu olhar vejo voce meu luar ,as estrelas que estas a brilhar au redor do luar que quando ti ver passar medusa estremece como uma leoa que beleza ,quanto brilhas mostrando me o caminho que devo seguir me guiando ,que bom ,que maravilha .
MARCO ANTONIO SILVA NASCIMENTO Comentário de MARCO ANTONIO SILVA NASCIMENTO em 25 dezembro 2008 às 12:37
FELIZ NATAL, FELIZ,FELIZ
Morro do Corgo marmelada da Gameleira Comentário de Morro do Corgo marmelada da Gameleira em 27 novembro 2008 às 14:38
VERSOS

Não se exaspera, guia
Do jeito que tu caminhas,
Forasteiros te espia

Dor açucarada, Maria
Mantos são verdades,
Realidade de sua fantasia

Para casa agora vou,
Brisas passaram
Do vento que ficou

Escrever é não Ter simpatia,
Os olhos atravessam a alma
Sem saber o que engolia

Dor alegre vou levando,
Rimando as remas
Por onde estou passando

Sons de ecos vou ouvindo,
Uns choram sem saber
Se estão sorrindo

Ricos e pobres se partindo,
Uns enfeitam os colos,
Outros com velas vão se partindo

Besteira é não cometer erros,
Do certo vão se diluindo: matérias,
Teses em erros acertos

Olhares são vias respiratórias
Que correm a alma,
Por forças eólicas

Olhares são certezas confusas,
Quando elevamos ao infinito
Esquecemos o jardim das dores de Éden

Felicidade consiste:
Em dormir à noite
Acordar ao dia?
Morro do Corgo marmelada da Gameleira Comentário de Morro do Corgo marmelada da Gameleira em 17 novembro 2008 às 5:22
O eterno criar-se e destruir-se
(NIETZSCHE, Friedrich. "O eterno retorno", § 1066.
In: Nietzsche - Obras incompletas. Trad. , Rubens Rodrigues Torres Filho. São Paulo, Abril, 1978, p. 397)
E sabeis sequer o que é para mim o "mundo"? Devo mostrá-lo avós em meu espelho? Este mundo: uma monstruosidade de força, sem início, sem fim; uma firme, brônzea grandeza de força, que não se torna maior, nem menor, que não se consome, mas apenas se transmuda, inalteravelmente grande em seu todo; uma economia sem despesas e perdas, mas também sem acréscimo, ou rendimentos, cercada de "nada" como de seu limite, nada de evanescente, de desperdiçado; nada de infinitamente extenso, mas como força determinada posta em um determinado espaço, e não em um espaço que em alguma parte estivesse "vazio", mas antes como força por toda parte; como jogo de forças e ondas de força, ao mesmo tempo um e múltiplo, aqui acumulando-se e ao mesmo tempo ali minguando; um mar de forças tempestuando e ondulando em si próprias, eternamente mudando, eternamente recorrentes; com descomunais anos de retorno, com uma vazante e enchente de suas configurações, partindo das mais simples às mais múltiplas, do mais quieto, mais rígido, mais frio, ao mais ardente, mais selvagem, mais contraditório consigo mesmo; e depois outra vez voltando da plenitude ao simples, do jogo de contradições de volta ao prazer da consonância, afirmando ainda a si próprio, nessa igualdade de suas trilhas e anos; abençoando a si próprio como Aquilo que eternamente tem de retornar, como um vir-a-ser que não conhece nenhuma saciedade, nenhum fastio, nenhum cansaço -: esse meu mundo dionisíaco do eternamente-criar-a-si-próprio, do eternamente-destruir-a-si-próprio, esse mundo secreto da dupla volúpia, esse meu "para além de bem e mal", sem alvo, se na felicidade do círculo não está um alvo, sem vontade, se um anel não tem boa vontade consigo mesmo -, quereis um nome para esse mundo? Uma solução para todos os seus enigmas? Uma luz também para vós, vós, os mais escondidos, os mais fortes, os mais intrépidos, os mais da meia-noite? - Esse mundo é a vontade de potência - e nada além disso! E também vós próprios sois essa vontade de potência - e nada além disso!
MARCO ANTONIO SILVA NASCIMENTO Comentário de MARCO ANTONIO SILVA NASCIMENTO em 17 novembro 2008 às 2:25
E a nossa existencia,
paciencia, relidade abstrata
condicionador comum
limites e limitadas
sussurros e risadas
sonhar,viver
correr,um dia voltar
sempre tera algo a nossa espera
sera busca, e os valores
de cada um,sera ouro
ou bijouteria, realidade
oculta, explicita no pensamento
imaginario mundo meu
seu,nosso, nosso Senhor ou Nossa Senhora....
vige maria
 

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O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


 

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