Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

O pastor de rebanhos em Caieiro de Fernando Pessoa trouxe neste instante unicamente uma idéia metafisica nas palavras de Kant que professa as categories da razäo crítica. O fenômeno aparece para mim como tenebroso tema filosófico que por meio da retórica näo estou aplicado a ditar. Deleito com o meu pastoreio dionisíaco a pastorear o meu próprio pasto. Faco e desfaco no novo fazer do querer. Isso parece louco aos olhos da razäo. Nietzsche filosofara com o martelo das palavras, apesar da sua crítica ao Nome da “alegre ciência – La Gaya a Scienza”. E aí comeco a pensar que näo penso para poder formular um juízo kantiano na crítica nietzschniana. E assim adormeco ao erguer e ao declinar para que todas luzes da escuridäo na forca da moral como escravidäo também um dia possa erguer-se no declinar ao seu abismo, no querer o precipitar ao parepeito em declínio vanguarda. E eu esqueco me que Fernando Pessoa acreditou mesmo nesse valer a pena quando a alma näo é pequena. Nisso também ele foi um ferrenho crítico do cristianismo e da moral de escravo.
Lamento russo na melodia zaratustrica com tempero de dionisíaco carnaval na danca diária como essa crianca que pula e que näo olha, que baila descarnadamente como perfeita natureza entre beleza e arte ( e nisso está vida, podes crêr!) Sobre ela ditou Zaratustra imperativamente como vontade de si mesmo como vontade afirmativa de querer o seu auto si mesmo. Näo é tautologia, mas soberbia do saber utilizado como instrumento de posse e ao mesmo de criacäo de seu próprio valor e näo um novo valor, mas criativamente revalorizar o valor que gera criacäo do desmontar, do desfazer, do querer a desconstrucäo. Nesse sentido deito a praia da melancolia poética de Pessoa como na existência kafkaniana no espírito da metamorfose. Zaratustra inicia seu discurso com a transformacäo de três espírito: do camelo, do leäo e da crianca. Nesta sequência misturam a transformacäo necessária da vida como existência e o nada como essência. E nesse nada fazer dele utilizacäo necessária de nadificacäo como forca da vontade da potência nesta tragédia, desta fatalidade do paradoxo do extase, do fantástico, da vida animal, do dionisíaco e do alucinógeno. Essa visäo perspectivista é uma maneira da criacäo interpretativa. E assim vai outras histórias que Lou Salomé war die erste Frau mit Psychanalyse gearbeitet hat. Também há comentadores de Kafka como uma variedade interpretacäo e maravilha, mas ainda o que soprepöe é a ciência como ciência na sua pergunta sobre a utilidade. O problema do utilitarismus...

12 de abril de 2006-04-12

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O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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