Brejaúba chuvisca brinco

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Jamaveira
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Poesia

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Torturado Na loucura que embaralha os pensamentos A vontade embrulhada em jornais velhos Trazendo pra dentro da mente sementes Cultivadas em enxofre adubadas em mofo Quem dera todos fossem loucos. Lá vem o trem fumegando na noite de ninguém Traz pe…
terça-feira
Parte del ninho sol sombra em mim Parte del unico dobra se em nó Parte de tudo substancia só Sois tudo também no nada Parte de tudo que somos Luzes auroras que nos oculta fazendo aparecer secretos amore nós rejubilados http://poetadabrejauba.blogs
fevereiro 28
Jamaveira adicionou uma postagem no blog
Manto encardido de sangue Enxuga o rosto enrugado pelo tempo Ossos cadavéricos saltam à dor Olhos clamam sem encontrar direção No chão em brasas agoniza o amor Em volta expressões vazias Ali jaz o filho do mundo sem rumo Do ventre de Maria parido Na…
fevereiro 10

Informações do Perfil

O que é Viver?
nada disso
O que é amizade?
É tudo. O centro do universo.
O que mais gosto quando lembro me do passado?Ou que significa saudade?
lembrancas

Outono

Aquela brisa soa cheia de lembranças
Os pensamentos em suas ondas se vão
Colheita de tempos encravados na memória
Eufóricos e belos momentos da historia
No rosto rugas marcam a pele
Antecede a velhice que chega bem recebida
Ao cair das flores que marcam o outono
Desfolham páginas da minha vida

Pressagiando lá no alto do sombreiro
Bem-te-vi salda nova estação
Insistente gorjear sibila no ar
A poesia reveladora nas asas da emoção.
Pairam no ar palavras em versos
Ventos agora revoltos tangem pra longe
Redemoinhos de folhas fazem piruetas
Na poeira do tempo foi-se o verão.


Jamaveira

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Poema : Viciados

Viciados

Entediada a vida sem vícios
Parece não passar
Necessário se viciar
Seu vicio é rezar
O teu orar
O meu beber fumar zoar
Somos confrades
Todos salvos
Idiotas dependentes
Clarividentes
Crentes!
Escorre entre dentes
Sorriso contente
Ainda há tempo
Corre pro templo
Não faltam eventos
Puros entorpecentes
Todos dependentes
Nos guetos elementos
Legião de dementes
Alugadores de mente
Seguir em frente
Overdose sempre.

Jamaveira

Postado em 23 fevereiro 2009 às 15:31 ‚Äî 1 Comentário

Jamaveira

Filhos do Nada

Manto encardido de sangue
Enxuga o rosto enrugado pelo tempo
Ossos cadavéricos saltam à dor
Olhos clamam sem encontrar direção
No chão em brasas agoniza o amor
Em volta expressões vazias
Ali jaz o filho do mundo sem rumo
Do ventre de Maria parido
Na labuta sem trégua abandonada
Sugou pras bandas do nada
Seu feto pródigo marginalizado
Agora ali esticado a mercê das moscas
No murmúrio do disse me disse
O silencioso choro da mãe agonizante
Punhal que dilacera a razão
Todos na contramão
Frutos podre… Continuar

Postado em 10 fevereiro 2009 às 11:07 ‚Äî 1 Comentário

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O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


 

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