Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

Luciana M. Ribeiro
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Às 22:59 em 15 março 2009, MARCO ANTONIO SILVA NASCIMENTO disse...
VENDO O LUAR
O AR
O MAR
MAREANDO O CALOR
A DOR DE VIVER
SER, UM SER
A CERTEZA,PRAZER
LÁSTIMAS E LÁGRIMAS
PÁGINAS ENTREABERTAS
CONTAM PROEZAS, LEVEZAS
ESTIGMA DE UM INÍCIO
MEIO DE UM FINAL
QUAL A TARDE NO DIA
IRRADIA, SUOR,ALEGRIA
AMOR, AMAR, AMEI
CORRI,CANSEI
ABRAÇANDO, ABRAÇADO A MIM,
ESPÍRITO DO SER,
ENTOADO NUMA CANÇÃO
ILUSÃO REAL
PROPAGANDO BRILHO
NOTRILHO DO CAMINHO
ME LEVAR ONDE?
LONGE DO VISTO DA VISÃO
UM POUCO DE RAZÃO
SENSAÇÃO.
Às 9:58 em 7 março 2009, MARCO ANTONIO SILVA NASCIMENTO disse...
Lu seja bem vinda, espero nos encontrar sempre com
uma novidade llá do fundinho do coração.
 
 

O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


 

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