Brejaúba chuvisca brinco

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Neuza Ladeira

Blog de Neuza Ladeira (2)

OUTRA CORRIDA

Segredo Amor é segredo devaneios da ilusão pueril e sutil do sentir imaginar Amor é ânsia do homem intimidar o desentendimento de existir NL Substancial Sempre viva no campo sabe que perdida não está Sabe que seu valor é ser flor Pequena flor a enfeitar O bom é conformar e como flor brilhar Moça linda em seu quarto escuta o canto do sabiá Mesmo som mesmo canteiro mesma medida no quarto Solidão e paixão Jogue ao vento os miosótis despedaçados E seus cabelos cortados. NL Continuar

Adicionado por Neuza Ladeira em 14 abril 2009 às 7:00 — 2 Comentários

Poética

Por que escrevo ? Fiquei com a pulga atrás da orelha a principio um paradoxo Como encontrar aquilo que não está nos livros Como encontrar aquilo que não foi perdido Como encontrar aquilo que se encontra unido Como encontrar aquilo que não foi movido. Na necessidade sentimentos migrantes No túnel do guerreiro no quarto azul no caminho da floresta Na casa no trampolim na fumaça A perola da escrita canaliza um sentimento extraordinário Neste fiado descascada a flor. Neuza Maria Ladeira / Continuar

Adicionado por Neuza Ladeira em 23 março 2009 às 7:49 — 3 Comentários

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2009

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Caetano Trindade Caetano Trindade criou esta rede social no Ning.

O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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