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Jamaveira

Blog de Jamaveira (2)

Poema : Viciados

Viciados Entediada a vida sem vícios Parece não passar Necessário se viciar Seu vicio é rezar O teu orar O meu beber fumar zoar Somos confrades Todos salvos Idiotas dependentes Clarividentes Crentes! Escorre entre dentes Sorriso contente Ainda há tempo Corre pro templo Não faltam eventos Puros entorpecentes Todos dependentes Nos guetos elementos Legião de dementes Alugadores de mente Seguir em frente Overdose sempre. Jamaveira Continuar

Adicionado por Jamaveira em 23 fevereiro 2009 às 15:31 — 1 Comentário

Filhos do Nada

Manto encardido de sangue Enxuga o rosto enrugado pelo tempo Ossos cadavéricos saltam à dor Olhos clamam sem encontrar direção No chão em brasas agoniza o amor Em volta expressões vazias Ali jaz o filho do mundo sem rumo Do ventre de Maria parido Na labuta sem trégua abandonada Sugou pras bandas do nada Seu feto pródigo marginalizado Agora ali esticado a mercê das moscas No murmúrio do disse me disse O silencioso choro da mãe agonizante Punhal que dilacera a razão Todos na contramão Frutos podre… Continuar

Adicionado por Jamaveira em 10 fevereiro 2009 às 11:07 — 1 Comentário

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2009

O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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