Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

A caminhada do Ser
A vida do Ter
Neste merecer
Sol entardecer
Atando oleadas
Ceivando amores
Costas pêras adas
alegria das dores
em Margens magias paradas

Ie maná manu tambo
Jais ides no matubo
Dos tristes Justus mulambos
Ei manjá, oh, solo tango
Na jangada do barcante matuto
Na fiesta da natura rarefeita dela, a beleza
Seja ela uno oder nous tela, a certeza
Ie um mandarina del vento da fumaca
Da alegria veritas daquela que passa.
Vida cerebral no pingo manto surdo bate na S´arca.
Caronte carado com a criara do fio da Vaca.
Ye haood wolfs viriatas verenes da barca
Celebrante poeta satisfeita com a idéia do sinto mantra
Ie o amor est Afro ditas costas del Spiritus.
Da vida no paradieso disse o poeta parapeito,
Teatro da vida, soy máscara, sei
Variola ecológica del Y código mediúnico.
Ach, eu estava esquecendo do dia na espreita mar navios…
Tudo vai e volta em decifrados saltitúrnicos, navegados.
Tente decifrar a esfinge do poeta?

21 de maio de 2009

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O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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