Oi Pessoá!
Cumé kitá osseis? Io tuaqui sperrandu a chuva moiá o morro do taiá e cumessar arar a tapera do matagar dadirrubada. Nóis aki nutemedo diesta crisie de bambú dubancus nomus do pessoá dilam-difora. Iu iscutu istudo cum raiuabertu kuma raia gada chuva. Tem Tamem Telelevisäo, gentida cuas cusas dinussas da vida, mais kipena essiis iás nu pude trabaiá. Q tiens essisS prássinar? Iuvua capiná numatag. Ah, ki as prantas nasci branca ikikehr acabácua e nois tudo prejudicá siesta tale crise nusa fetar.
Até logu tispero purlah.
Essi recadu foi mandado pelo Juca Sabiá. Aquele que mora no morro do gravatá, nacosta daquela moita de Jatobá, mas muitos costumam nos atrapaiá com a gravata do mana. Cem falar quando o carro de bois a passar quasia tombar na tumba taquarassul encostado na cheap xepa do jacarandá. Essa lingua torra pra daná. Antes que tudo vai pruar cedrupirua nuvala jatobá.
Boom, estadado o mio recadu pro6. Agora vou voltar para o meu lugar, nemprali nenpralá, pourque ninguém podin comonda. Falu! Pramodique tocamus cem nem pramim kunssular.
Assinado,
Tuca do morro do Taiáh!
http://poetadabrejauba.blogspot.com/
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