
Dorme barranceira no barranco atolado de cera, alvenca e feiticeira. Samambaia e bananeira. Venda e costureira. O ritmo da merendeira. A costela de Adäo nos fez nos estranhos e Eva uma mercadoria nas entranhas. O paraíso escrito na Bíblia tem muita tendencia de domar as ensanhas. O torno do trono impera.
No crematório com a ira cornada na beira da morte sentada, a cidade feriu se em chamas na capital da desesperanca. Schupcupira piracicaba na goiabeira na Estrada da Mata fazendo esteira de basiléia toc karte lá na parambeira. Cicuta, piaba, jaguatirica, jacú, tatú, jacaranda e piúta. O dedo de quiabo de moca está na peneira, o frango está preparado e a memória parade. Vai e vou da fala brasileira, somos miraculosos na paradeira.
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