Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

Caetano Trindade

Olá cavalheiros e damas de minha enchente, o rio que passa tem margens de imanente. O toque de sirigaita arqueja como bambús na teia do contente radionda andando no caminho sondando a seiva, taita…

Dorme barranceira no barranco atolado de cera, alvenca e feiticeira. Samambaia e bananeira. Venda e costureira. O ritmo da merendeira. A costela de Adäo nos fez nos estranhos e Eva uma mercadoria nas entranhas. O paraíso escrito na Bíblia tem muita tendencia de domar as ensanhas. O torno do trono impera.
No crematório com a ira cornada na beira da morte sentada, a cidade feriu se em chamas na capital da desesperanca. Schupcupira piracicaba na goiabeira na Estrada da Mata fazendo esteira de basiléia toc karte lá na parambeira. Cicuta, piaba, jaguatirica, jacú, tatú, jacaranda e piúta. O dedo de quiabo de moca está na peneira, o frango está preparado e a memória parade. Vai e vou da fala brasileira, somos miraculosos na paradeira.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Tags: botocudos, cataguases, chopoto, cipotanea, federal, governos, indios, internet, nascentesriodoce, transparencia

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Caetano Trindade Comentário de Caetano Trindade em 22 setembro 2009 às 9:27
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Sobre

Caetano Trindade Caetano Trindade criou esta rede social no Ning.

O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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