O Mar
MAR
Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.
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Poetasia
O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.
Soltei uma folha
Na imensidão do infinito
No intento tormento do empírio desejo.
Brados cantos acalentos
Sentada nos ciscos resplandecentes do desprezo.
No tanger do caule
Inconsolável despedida
Vi transparecer na curva
No encalço d alua.
Em meio as infinitas lágrimas
Revela as ramagens múltiplas
Delicadas da alma.
Debaixo da nêspera fico incólume a te esperar
No caule inconsolável inermes que atormenta.
O liame desprezo brada no espalmo da cova
Insigne semblante que desvaira os ais da escuridão
Que se foi
O coração saudoso chorou...
Sofreu...
Lamentou...
No intento licorne incontente
Do dês prazer espumilha na alva do ressoar
Encalço da lua cheia
Que estas a brilhar
Ilumina a escuridão que não há...
Medusa Leäo