Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

Por que escrevo ?

Fiquei com a pulga atrás da orelha a principio um paradoxo
Como encontrar aquilo que não está nos livros
Como encontrar aquilo que não foi perdido
Como encontrar aquilo que se encontra unido
Como encontrar aquilo que não foi movido.
Na necessidade sentimentos migrantes
No túnel do guerreiro no quarto azul no caminho da floresta
Na casa no trampolim na fumaça
A perola da escrita canaliza um sentimento extraordinário
Neste fiado descascada a flor.

Neuza Maria Ladeira /

Compartilhar 

Adicione um comentário

Você precisa ser um membro de Brejaúba chuvisca brinco para adicionar comentários!

Entrar nesta rede social

Caetano Trindade Comentário de Caetano Trindade em 16 maio 2009 às 13:36
A despedida poética do Ser baila na estadia do amanhecer.
Ela tem dor simétrica da beleza.
Quanto mais a gente tem, mais vontade tem da tônica certeza.
O amor é a partida do poeta no entardecer, enquanto sendas flasches
Sedentas sendando em sonoras vibracöes…
Animalis humaniis carregado por tensöes.:
Com duas patas em unicidade,
Anjos envergonhados na dimensäo da dualidade
A complexidade do pensamento vibra o juramento:
Eis, oh verdi veritas vino viola vida
Vitalidade do sentimento ateia fogo da eternal criatividade.
O Pensamento näo tem idade,
Os que muitos ficam na esfera da cidade näo brincam com o testamento.
A felicidade lisa happy monadas numa galáxia fria inconsciente.
Algas ferventes de limo ardente em lama
Nada näo existe, porquê tudo está ocupado
Seja ela com o chá da planta ou libertas de despacho
Fueiro de melro no campo da melodia no compasso
A música canta na Estrada D´ est mond por decreto
ritmo na sinfonia deste espaco
Na rima da alegria por certo, o Halleluiza passo…
Nina a sina do despertar sem auto controle da alvorada.
perpetuo Comentário de perpetuo em 31 março 2009 às 12:08
O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.
perpetuo Comentário de perpetuo em 23 março 2009 às 8:32
Opúsculos

Deus vive em mim

Mas é tudo que não sou

Quero ser



Quase todos

Gentios

Ainda

No diamante

Brilha

A vida

Prometeu roubou o fogo dos deuses

Para que nós também fossemos

O brilho do pensamento unido a razão.
O rito virou formalidade

A polidez impera

Todos conversando com todos

O que?

neuza ladeira

Sobre

Caetano Trindade Caetano Trindade criou esta rede social no Ning.

O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


© 2009   Criado por Caetano Trindade no Ning.   Crie Sua Rede Social

Badges  |  Relatar um incidente  |  Privacidade  |  Termos de serviço

Entrar no bate-papo