Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

perpetuo

Uma parte de mim é sombra e a outra claridade tomba

Caka

Carequejando manjares
Soisois raiando pensares
Deitapoliciado e levanta cansado


Uma parte de mim é sombra e a outra claridade tomba
A primeira é assim como qualquer bomba
A segunda joga jasmim
manta despertando soneca
Desta Linda boneca. (mas, o que faz ter esta ecken?)
Apuro de nossa soma (rio esquina!)
Sapeca pecado purato
Bolo dinastial cinico civico perereca
Cor seca atrás do hino hononus pat


A composicao está boa e eu morrendo a toa.
A internet näo funciona no momento, entäo estou mexendo Y
Numa tarde de garoa
A melodia trilha vagöes puxados pelos bois
Bambusando peneiras de taquaracus dos nossos ois
Ramim há aí ai dios frio que sois?!
Merejeiras sensitivas pinta de sangue a coroa
Água clara Africana volva
Quadriláteros com o círculo vazio soa
Adieu fácil tristeza, me devolva
Minha melancholia é alegria desta beleza
Peteca guarda rica penas
Cartas taomares de certeza
Maré ritimica na margem dual da clareza
Uma tem a cor felínea que desperta teia
Quando a noite vem a outra relativiza caminhares,
talvez vuer ela andares o que semeia
Näo importa como seja
indo para os lados dos mares
telejando avistares…
pilares

http://xopoto.wordpress.com/

Tags: botocudos, brejauba, cataguases, chopoto, cipotanea, federal, governos, indios, internet, nascentesriodoce

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Morro do Corgo marmelada da Gameleira Comentário de Morro do Corgo marmelada da Gameleira em 4 novembro 2009 às 10:35
Falando

A doce pralina de Carlos sustentada na meridiana zero
Acacia
No campo havia 5 passos e 5 pastoras numa roda de 100 metros.
A arvores floriam e corriam como tananjuras e a cigarras pitavam suas asas com grande grito.
De cabeca para baixo o sono levitou como acaso no passado
Fiadas de sementes na Estrada e um porcao de gente na conversarada.
Perto da casa antiga de madeira encontravam familias para discutir o dia de trabalho e o andar das criancas.
O passante seguir o caminho arriba e pos a cantar uma cancao recordada.
Sem dinheiro o estrangeiro aperta o bolso e nada encontra. Sentado no seu pequeno quarto aguarda o milagre bater na sua porta.
Adeus aurora na alvorada do ser determinado por teor do ter.
Desempenho burro e fraco da relacao moral.

O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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