Brejaúba chuvisca brinco

Brejaúba - chuvisca chopotós brisa encharcadalama Vaivem...

perpetuo

Veja no espelho que tem duas ovelhas fotografadas num silêncio todo o dia em que ela adora. Indo passeando no chäo satânico de asas na arte deste Amador Sonora.

Ponto de seguradora figueira de acores acode aroeira vermelha que traz em necessidade da idade que vain a saudade de tudo que aconteceu como acontece o terrivel corpo no acontecimento do tempo. Nao dura muito tempo, ela cai junto na terra junta do pó ceivado do destino trilhado.

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O Mar

MAR

Mar!
Omar!
Maria, me dê maré.
Marítimo mar,
Josimar, Dulcimar, Floramar,
Osmar,
que mar?
Remar
amar no mar.

http://poetadabrejauba.blogspot.com/

Poetasia

O candeeiro aromático afetuou cantares no campo do oleiro. Um número de cäes desceram à Palestina procurando restos de comida. Enquanto a cidade pequena dirigiu se para encobertos vale na Cássia noite. Em casas de lajes pintadas e cobertas com madeira de caramachöes. As rochas da Palestina tem sido alargada pela habitacion no cedro de Hebrom.
A cordilheira levantou se no fim de marco vaondo ao céu com asas penujas. Jesus operou se milagres e a cega caminhou se no escuro. Ninguém toma o cálice tornado no anúncio. O rejúbilo regozija no descernimento, porque a ceifa comeca em abril mediando o espaco da planície de arcos centenares.
O campo da manhä tece cedo o seu tijolo na alvorada.
Obstáculos inquietam o passante numa segunda via da cevada.
O dia Augusto com cesto de legumes orvalha núvens de vento.


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